sexta-feira, dezembro 01, 2006

Por que o fim do mundo?

Por que não?

Lembro da carta de um amigo que sofreu pra convencer os outros que não era uma tortura estar indo para a Turquia, teve até que escrever a carta para o Mickey Mouse. Lembro também que Colombo ficou famoso por tentar chegar ao fim do Mundo indo por um caminho que ele não imaginava que levaria para o caribe. Ainda bem que o caribe não é o fim do mundo.

O curioso é que quanto menos pessoas e mais longe de Nova York for o lugar, mais fim do mundo ele se torna. Menos McDonalds, menos cinemas, menos vendedores de capa de chuva, tomará que menos igrejas. Chegamos assim a conclusão que mundo é quase um sinónimo de população de um lugar. Se ele é um fim, é por que poucos humanos lá estão, se ele é um centro, ele é um Shopping Center.

Mas não quero descobrir o que significa o fim do mundo para quem mora no centro dele (ou faz compras no centro do mesmo), aliás, nunca gostei de definições, elas sempre são erradas e avaliam um mundo estático. E também fazem o curso de mecânica dos sólidos ser insuportável por querer definir tudo, e normalmente por X,Y e Z.

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